quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Entenda o que é a cólica e como lidar com as dores


A cólica é caracterizada por dores abdominais, que podem ocorrer por diversos fatores. As mulheres são as que mais sofrem desse desconforto, principalmente no período menstrual. As dores podem variar de fortes pontadas na região abaixo do abdômen até dores que se espalham por toda a sua barriga e pela região lombar. Algumas mulheres também sentem tontura, náusea, têm diarreia ou vômito. Veja algumas dicas para lidar com a cólica.

Cólica na gravidez

As gestantes reclamam frequentemente de cólica. O acompanhamento médico é fundamental para saber se está tudo bem com a mãe e com o bebê, mas vale lembrar que o corpo da mulher sofre diversas alterações nessa fase. Além da mudança hormonal, musculatura, veias e ligamentos internos são mais exigidos para sustentar o feto no ventre. Em muitos casos, as sensações de cólica podem ser apenas desconfortos normais gerados pelo crescimento do útero e pela adaptação do corpo feminino.

Cólica nos bebês

Após o nascimento, o bebê ainda não atingiu a formação completa de seus órgãos e isso inclui o sistema intestinal. Os recém-nascidos têm dificuldades para expelir os gases do corpo e, por isso, podem sentir cólicas. Esses gases também podem ser formados devido à dieta da mãe, que passa substâncias ao bebê por meio do leite materno. Por isso, se você está amamentando e o seu bebê sente cólicas, verifique com o seu médico se alimentos como cebola, repolho, pimenta, ovo, couve, chocolate e leite devem ser retirados do seu cardápio.

Cólica de intestino

As cólicas intestinais são dores intensas na região do abdômen. Esse problema pode surgir como um mal passageiro ou ser um sintoma de alguma doença. Nos casos esporádicos, por exemplo, a cólica intestinal pode ocorrer depois do consumo de algum tipo de alimento deteriorado, mudança de rotina alimentar e até em situações de alto nível de estresse e ansiedade ou angústia. Outra causa muito comum é a síndrome do intestino irritável, que é um distúrbio funcional responsável por cerca de 15% dos casos de cólica intestinal.

Em todos os casos, é fundamental consultar um médico para avaliar o quadro e fazer o diagnóstico e tratamento corretos.

Fonte: Congresso Americano de Ginecologia e Obstetrícia

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Qual a diferença entre rinite e sinusite?


Você sabe a diferença entre rinite e sinusite? Essa pergunta causa dúvidas até mesmo em pessoas que sofrem esses tipos de inflamação.

A rinite é a inflamação nas mucosas do nariz. Ela pode ser causada por infecções virais, como gripes, ou por processos alérgicos. Quando as pessoas falam em rinite, estão se referindo a queixas recorrentes causadas pela rinite alérgica, com crises provocadas pelo contato com partículas estranhas ao corpo. Normalmente, o organismo fica incomodado com poeira, pólen, pelos de animas e, mais raramente, alguns alimentos, por exemplo.

Já a sinusite é a inflamação nas mucosas dos seios da face. Na maioria das vezes, é provocada por bactérias, mas também pode ser causada por vírus, fungos ou em decorrência de alergias.

A confusão entre a rinite e a sinusite não se dá apenas pela proximidade do nome ou por ter algumas causas em comum. Existem pontos comuns a essas duas inflamações. Ambas causam obstrução e secreção nasal (coriza), por exemplo.

Tratamento rinite e sinusite

O tratamento da rinite consiste em medicação via oral, com comprimidos diários ou quando vierem as crises. A dica é manter a casa ventilada e limpa, posicionar a cama onde bate sol e dar fim a bichos de pelúcia, que acumulam poeira.

Além disso, é recomendado usar persianas a cortinas comuns e limpá-las semanalmente. Outra sugestão é comprar capas antiácaros para travesseiro para evitar qualquer tipo de poeira.

Já o tratamento da sinusite está baseado em descongestionantes, anti-inflamatórios e, algumas vezes, antibióticos. Alguns casos podem até ser cirúrgicos. Para diagnosticar a sinusite é preciso ir ao médico.

O inverno agrava as crises, por conta do tempo seco e das baixas temperaturas, portanto, previna-se, cuide da sua saúde e evite as inflamações da rinite e sinusite.

Fonte: Hospital Sírio Libanês

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Coisas que Você Precisa Saber Sobre o cigarro


Fumar pode reduzir a expectativa de vida em até 20 anos


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), fumar (tabagismo) é a principal causa de morte evitável no mundo. Dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer) mostram que 10% dos fumantes reduzem a própria expectativa de vida em até 20 anos.

O consumo de derivados do tabaco causa cerca de 50 tipos de doença, principalmente as cardiovasculares (infarto, angina), o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite). Estas são as principais causas de óbitos por doença no Brasil, sendo que o câncer de pulmão é a primeira causa de morte por câncer.

Além disso, o tabagismo causa impotência sexual no homem e, no caso das mulheres, complicações na gravidez. Fumar também provoca aneurismas arteriais; úlcera do aparelho digestivo; infecções respiratórias; osteoporose; trombose vascular; problemas respiratórios e redução do desempenho desportivo.

Fumar pode prejudicar a pele

Segundo especialistas, o hábito de fumar enfraquece o cabelo e faz secar a pele, reduz o paladar e o olfato. Além do envelhecimento precoce da pele, devido à falta de oxigenação, o tabaco também inibe a produção de colágeno e elastina, que impedem a flacidez.

Outro fator extremamente de risco é o cigarro para as mulheres, pois, devido às peculiaridades próprias do gênero, como a gestação e o uso da pílula anticoncepcional, a mulher fumante tem um risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa precoce (em média 2 anos antes) e dismenorreia (sangramento irregular).

Fumar causa danos até para os quem não fumam


O tabaco é prejudicial também para quem se encontra junto do fumante. Além do desconforto, o fumo causa doenças imediatas e a longo prazo. O risco de doença cardíaca aumenta em 25% num adulto exposto ao fumo passivo.

O tabagismo passivo é a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, perdendo somente para o tabagismo ativo e para o consumo excessivo de álcool. Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaleia, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias e aumento dos problemas cardíacos, principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito).

Outros efeitos, a médio e longo prazo, são a redução da capacidade funcional respiratória (o quanto o pulmão é capaz de exercer a sua função), aumento do risco de ter aterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças. A convivência com um fumante aumenta o risco de doenças cardíacas coronarianas em 25% a 30%.

As pessoas com doenças cardíacas podem sofrer arritmias, diante da exposição à fumaça do cigarro. O risco de infarto do miocárdio também aumenta.

O tabagismo passivo é especialmente perigoso na gravidez, podendo prejudicar o crescimento do feto e aumentar o risco de complicações durante a gravidez e o parto, tais como a morte fetal, o parto prematuro e o baixo peso ao nascer.

Os recém-nascidos e as crianças pequenas também são muito prejudicados. As crianças expostas à fumaça do cigarro têm maior risco de morte súbita, bronquite, pneumonia, asma, exacerbações da asma e infecções de ouvido.

Reflexos no corpo ao parar de fumar


O risco de doenças diminui gradativamente e o organismo do ex-fumante se restabelece. Após 20 minutos do último cigarro, a pressão sanguínea diminui, as batidas cardíacas voltam ao normal e a pulsação cai. Após 8 horas sem cigarro, o nível de oxigênio no sangue pode chegar aos níveis de uma pessoa não-fumante.

Após 24 horas, os pulmões já conseguem eliminar o muco e os resíduos da fumaça. Dois dias depois, é possível sentir melhor o cheiro e o gosto das coisas. O corpo já não possui nicotina e a transpiração deixa de cheirar a tabaco. Após duas semanas, melhora a circulação, tosse, congestão nasal, fadiga e falta de ar. Após um ano, o risco de doença cardíaca cai pela metade. Após 5 anos, o risco de ter câncer de pulmão também reduz 50%. Após 15 anos, o risco de sofrer infarto será igual ao de uma pessoa que nunca fumou.

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Cuidar da pele do rosto mantém a saúde da barba


Os cuidados com a aparência do homem estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano. Quando falamos em saúde barba, cada vez mais homens optam pela aparência, seja ela curta ou mais no estilo “lenhador”. Para manter a pele do rosto saudável é preciso tomar alguns cuidados diários. Fatores como agentes poluentes e alterações climáticas prejudicam a saúde da pele e, consequentemente, o aspecto da barba.

Além disso, processos do dia a dia, como se barbear, por exemplo, podem ser bastante prejudiciais à pele masculina, pois agride diretamente a epiderme. Confira dicas simples para manter a pele hidratada e não errar na hora de se barbear.

Cuidado com a lâmina ao fazer a barba


Manter a lâmina em boas condições de higiene é fundamental para evitar a contaminação e a proliferação de microorganismos, que podem causar inflamações na pele. Além disso, não é recomendado utilizar o aparelho várias vezes, pois uma lâmina sem um bom corte aumenta o risco de lesões na pele e dificulta a remoção dos pelos.

Melhor hora para fazer a barba


Uma boa hora para se barbear é após o banho, pois a pele já está limpa e a água morna ajuda na dilatação dos poros, facilitando o trabalho da lâmina. É importante evitar o uso da lâmina em regiões com acne ou alguma inflamação. Também não é indicado pressionar a gilete muito forte contra o rosto, pois, além de remover os pelos, ela também retira parte da camada mais superficial da pele, o que influencia diretamente no processo de desidratação.

Cuidados após o barbear

Apesar de muitos homens pularem esta etapa, ela é parte importante do processo, pois ajuda na diminuição do tamanho dos poros e na hidratação da epiderme, contribuindo para a boa saúde da pele e proporcionando um melhor aspecto para a saúde da barba. Sempre utilize produtos indicados para o seu tipo de pele para ter melhores resultados.

Para os homens que deixam a barba crescer, o ideal é lavá-la diariamente com xampu e condicionador para evitar a proliferação de bactérias e o ressecamento da pele na região dos pelos. Penteá-los e usar o secador com o ar frio/morno deixa o visual dos fios mais alinhado e bonito.

Fonte: Minha Vida