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terça-feira, 26 de junho de 2018

Confira as doenças mais comuns do inverno e como evitá-las

As principais doenças do inverno são as doenças respiratórias transmissíveis, como resfriados e gripes, além do agravamento de outras como rinite, asma, sinusite, otite e pneumonia, pois este período favorece a circulação de vírus e bactérias, já que a temperatura fica mais baixa, o ar fica mais seco e há uma maior tendência em ficar em ambientes fechados.

As pessoas mais propícias a sofrer com estas doenças são as crianças e os idosos, por terem o sistema imune mais fragilizado. O período de maior proliferação dos microorganismos pode variar de acordo com a região do Brasil, já que no Sul e Sudeste os meses mais frios podem variar de maio a outubro, enquanto que no Norte e Nordeste os meses entre abril e junho há mais chances de chuva e queda das temperaturas.



1. Resfriados e gripes

Os gripes são infecções das vias respiratórias superiores, como nariz e garganta, causadas por vírus do tipo Influenza, e provocam sintomas como febre de cerca de 37,8ºC, secreção nasal, coriza, dor de garganta e dor nos músculos e articulações, que dura cerca de 5 a 7 dias.

Já os resfriados são o mesmo tipo de infecção, porém mais branda, causada por vírus como adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, e provoca sintomas tipo coriza, espirros, dor de garganta e conjuntivite, que duram uma média de 3 a 5 dias.

Como tratar: não existe um tratamento específico para gripes e resfriados, sendo necessário a realização de repouso, uso de anelgésicos para aliviar a dor, além de descongestionantes e lavagem nasal para fluidificar e remover as secreções.
2. Rinite alérgica

A rinite alérgica é a inflamação da mucosa que reveste o nariz, causada por reação alérgica, que provoca sintomas como espirros, coriza e coceira no nariz, sintomas que podem durar de alguns minutos até vários dias. A substância que provoca alergia varia para cada pessoa, sendo, geralmente, o pólen de plantas, poeira, ácaros ou pêlos de animais.

Como tratar: esta doença é crônica e não tem cura, entretanto existem tratamentos que podem ajudar a tratar e controlar os seus sintomas, como anti-histamínicos, corticóides nasais e, principalmente, evitar o contato com as substâncias alérgicas. Saiba mais sobre as principais opções de tratamento para a rinite alérgica.
3. Sinusite

A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor do nariz, causando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça, e pessoas que já tem um grau de rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver esta inflamação.

Esta doença é causada, principalmente por infecções virais, por vírus de gripes e resfriados, e por alergias, sendo somente uma pequena parte causada por bactérias. Confira como identificar os sintomas de cada tipo de sinusite.

Como tratar: costuma ser orientado pelo médico o uso de anti-histamínicos, anti-inflamatórios, descongestionantes e lavagem nasal com solução salina, estando indicado o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção por bactérias. 



4. Pneumonia

A pneumonia acontece quando a inflamação e infecção das vias respiratórias atingem os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios, e, se a infecção for grave, pode causar também falta de ar, dificuldade para respirar e respiração ofegante.

Como tratar: o tratamento depende da causa, na maioria das vezes feito com antibióticos e analgésicos em casa, com orientação médica. Em casos mais graves, em que há sinais de alerta, como oxigenação do sangue prejudicada, confusão mental ou insuficiência dos rins, por exemplo, pode ser necessária internação para realização de remédios na veia ou uso de oxigênio.

5. Otite

É a infecção que costuma acontecer por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido. Esta infecção pode causar dor no local, febre e produção de secreção, e é mais comum em crianças.

Como tratar: geralmente, o médico orienta o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, sendo feito o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção bacteriana.

6. Asma

Crises de asma acontecem em pessoas predispostas, que têm doença inflamatória dos pulmões, e podem ser desencadeadas por fatores alérgicos, como frio e poeira, por exemplo. Estas crises são mais comum em crianças, apesar de também acontecerem em adultos, e causam sintomas como chiados no peito, falta de ar e tosse.

Como tratar: o tratamento é feito com orientações dos pneumologista, que pode envolver uso de broncodilatadores e corticóides, por exemplo. Entenda melhor como identificar e tratar a asma.

7. Meningite

A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos e parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, com febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo e vômitos.

É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida através do contato com gotículas de saliva do indivíduo contaminado através da tosse, espirro ou fala. Entenda o que é a meningite e como se proteger.

Como tratar: o tratamento depende do tipo de microorganismo causador, podendo ser o uso de antibióticos injetáveis, como Penicilina, analgésicos e anti-inflamatórios, orientados pelo médico. 



Como evitar as doenças comuns do inverno

Para se proteger e evitar estas doenças, recomenda-se:
Evitar locais fechados e com excesso de pessoas;
Deixar o ambiente o mais ventilado e arejado possível;
Lavar ou higienizar com álcool as mãos várias vezes ao dia, principalmente após estar em locais públicos;
Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço de papel descartável;
Comer bem e de forma saudável, com dieta rica em frutas e verduras, pois são ricos em antioxidantes e minerais que ajudam a melhorar a imunidade;
Beber cerda de 2 litros de água por dia;
Evitar ir com frequência de forma desnecessária ao pronto-socorro, pois é um ambiente com alta probabilidade de contaminação;
Evitar o contato próximo com outras pessoas, quando se estiver resfriado, principalmente idosos e recém-nascidos.

Além disso, é recomendada a vacinação anual contra a gripe, capaz de proteger contra os principais vírus causadores de gripe no período. Esta vacinação é especialmente importante para pessoas com maior risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou auto-imunes.

Fonte: tuasaúde.com

terça-feira, 18 de julho de 2017

Confira 11 dicas para cuidar da saúde dos idosos no frio


Com a chegada do inverno, atenção aos idosos deve ser redobrada, recomenda geriatra da SBGG

Devido ao frio, característico desta estação que se estende até agosto, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) esclarece alguns dos principais cuidados com a saúde de idosos. “Quando a temperatura cai, a atenção à saúde dos velhos deve ser redobrada. Eles correm um maior risco de problemas de saúde e lesões relacionadas ao clima, incluindo hipotermia, queimaduras na pele e quedas. É importante para o idoso, e aqueles que cuidam deles, tomarem certas precauções nesta época do ano”, relata o geriatra paranaense e membro da diretoria da SBGG, Rubens de Fraga.

Entre os principais riscos à saúde representados pelas baixas temperaturas estão: hipotermia – queda da temperatura corporal, imobilidade – ausência de movimentação, infecções – como gripe e pneumonias e dores crônicas – aumento das dores crônicas como artrites e artroses.

A hipotermia ocorre quando a temperatura corporal cai a menos de 36,8 graus. Abaixo de 29 graus causam risco eminente de morte. Seus sintomas mais comuns são fraqueza, fadiga e diminuição do tremor do frio. Em fases mais avançadas o idoso pode apresentar fala enrolada, perda de consciência e choque.

Em caso de hipotermia, os primeiros-socorros devem consistir em tirar o idoso do frio e retirar suas roupas úmidas ou molhadas. Envolver a vítima em mantas e agasalhos para aquecê-la enquanto chama a emergência, se a vítima estiver consciente, dê-lhe bebidas quentes como chás (não alcoólicas). Converse com a vítima mantendo-a sempre acordada e em caso de parada respiratória, realize manobras de ressuscitação cardiorrespiratória.

Confira 11 dicas da SBGG para reduzir o impacto do frio na saúde de idosos:

1 - Utilizar roupas e agasalhos adequados para proteção de ambientes ao ar livre e salas frias. Como bonés, toucas, mantas e etc;

2 - Tomar bebidas quentes como chás, chocolate, bem como ingerir sopas e caldos;

3 - Banhos devem ser rápidos e em temperaturas amenas;

4 - A hidratação da pele devera ser recomendada sempre com uso de hidratantes tópicos para diminuir a sensação de pele seca;

5 - Usar cobertores que retenham calor principalmente no período do sono quando há um declínio da temperatura corporal;

6 - Tomar as vacinas contra gripe e pneumonias;

7 - Buscar ajuda médica se o idoso apresentar sintomas de confusão mental e calafrios, ou dificuldades respiratórias;

8 - Buscar realizar atividades indoor, isto é, passear em locais como shoppings centers, pois ajuda a quebrar o ciclo da imobilidade;

9 - Fazer exercícios de alongamento com orientação de professores de educação física ou fisioterapeutas;

10 - Reposição de vitamina D pela falta de exposição ao sol deve ser orientada por nutricionistas ou médico assistente. Outras fontes de obtenção do nutriente são peixes como atum, sardinha e salmão. Gema de ovos, bifes de fígado e cogumelos também são ricos em vitaminas;

11 - Em locais com lareiras é importante ter cuidado com manipulação do fogo e intoxicação pelo monóxido de carbono devido a janelas fechadas.

Fonte: sbgg.org.br

terça-feira, 21 de junho de 2016

Inverno X Idosos: veja as dicas para os mais velhos passarem pelo inverno com mais saúde

Os mais velhos devem se manter aquecidos, exercitar sempre que possível e dar um tempo antes de se levantar da cama.

Idosos correm maior risco de problemas de saúde e lesões relacionadas ao clima. 
Imagem: Thinkstock

Idosos sofrem demais com as baixas temperaturas, mas algumas ações podem reduzir o impacto do frio na saúde deles. Con­fira as dicas da Socie­dade Brasi­leira de Geriatria e Geron­tologia, de Clóvis Ce­­chinel, geriatra do Labora­­tório Frisch­mann Aisen­gart e de Carlos Costa, presidente da Sociedade Bra­sileira de Ortopedia e Trau­matologia – Regional Paraná:

Bem protegidos: use roupas que protejam em ambientes ao ar livre e salas frias, pois o organismo do idoso reduz a capacidade de regular a própria temperatura. Use cobertores para dormir e tome bebidas quentes.

Pele blindada:
use hidratantes tópicos contra a pele seca, pois a pele do idoso perde emolientes naturais de hidratação, reduzindo a oleosidade. Tome banhos rápi­dos em temperaturas ame­nas e hidrate a pele depois. Também evite lãs, preferindo os tecidos antialérgicos.

Vacinas em dia: tome as vacinas contra gripe e pneumonias. Evite o contato com aglomerações e ambientes poluídos, não fume, lave bem as mãos e conserve a casa arejada. Tenha boa alimentação, hidrate-se e, para hipertensos, meça a pressão arterial com frequência.

Vitamine-se: reponha a vitamina D tomando sol antes das 10h e depois das 16h. Alimente-se com leite e seus derivados, óleo de fígado de bacalhau, salmão, sardinha e gema de ovo.

Mexer é melhor: faça atividades indoor como passear em shoppings, para quebrar o ciclo da imobilidade. Faça alon­ga­mentos orientados. Dores reumáticas, como a artrose e as neuropáticas também tendem a piorar, e exercícios físicos regulares, aliados ao tratamento médico, são recomendados.

Quedas durante a noite: quedas de idosos aumentam em até 50% nos dias mais frios. Boa parte delas ocorre à noite, quando se levantam para ir ao banheiro e acabam vítimas de piso escorregadio, tapete solto, iluminação ruim e cama com altura inadequada. Antes de levantar, fique um tempo sentado para que o sangue circule pelo cérebro e evite tonturas.

Outras dicas: busque ajuda médica em caso de confusão mental, calafrio ou dificuldade respiratória. Em locais com lareiras, cuide com o fogo e evite se intoxicar por monóxido de carbono deixando as janelas abertas.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Desvendando os mistérios da estação mais seca e fria do ano.

Frio engorda? O desejo sexual diminui no inverno? Veja os prós e os contras da estação para a sua saúde e beleza. Saiba mais.

Nos dias frios é normal sentir mais fome.
Fonte: http://gnt.globo.com/bem-estar