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terça-feira, 26 de junho de 2018

Confira as doenças mais comuns do inverno e como evitá-las

As principais doenças do inverno são as doenças respiratórias transmissíveis, como resfriados e gripes, além do agravamento de outras como rinite, asma, sinusite, otite e pneumonia, pois este período favorece a circulação de vírus e bactérias, já que a temperatura fica mais baixa, o ar fica mais seco e há uma maior tendência em ficar em ambientes fechados.

As pessoas mais propícias a sofrer com estas doenças são as crianças e os idosos, por terem o sistema imune mais fragilizado. O período de maior proliferação dos microorganismos pode variar de acordo com a região do Brasil, já que no Sul e Sudeste os meses mais frios podem variar de maio a outubro, enquanto que no Norte e Nordeste os meses entre abril e junho há mais chances de chuva e queda das temperaturas.



1. Resfriados e gripes

Os gripes são infecções das vias respiratórias superiores, como nariz e garganta, causadas por vírus do tipo Influenza, e provocam sintomas como febre de cerca de 37,8ºC, secreção nasal, coriza, dor de garganta e dor nos músculos e articulações, que dura cerca de 5 a 7 dias.

Já os resfriados são o mesmo tipo de infecção, porém mais branda, causada por vírus como adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório, e provoca sintomas tipo coriza, espirros, dor de garganta e conjuntivite, que duram uma média de 3 a 5 dias.

Como tratar: não existe um tratamento específico para gripes e resfriados, sendo necessário a realização de repouso, uso de anelgésicos para aliviar a dor, além de descongestionantes e lavagem nasal para fluidificar e remover as secreções.
2. Rinite alérgica

A rinite alérgica é a inflamação da mucosa que reveste o nariz, causada por reação alérgica, que provoca sintomas como espirros, coriza e coceira no nariz, sintomas que podem durar de alguns minutos até vários dias. A substância que provoca alergia varia para cada pessoa, sendo, geralmente, o pólen de plantas, poeira, ácaros ou pêlos de animais.

Como tratar: esta doença é crônica e não tem cura, entretanto existem tratamentos que podem ajudar a tratar e controlar os seus sintomas, como anti-histamínicos, corticóides nasais e, principalmente, evitar o contato com as substâncias alérgicas. Saiba mais sobre as principais opções de tratamento para a rinite alérgica.
3. Sinusite

A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor do nariz, causando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça, e pessoas que já tem um grau de rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver esta inflamação.

Esta doença é causada, principalmente por infecções virais, por vírus de gripes e resfriados, e por alergias, sendo somente uma pequena parte causada por bactérias. Confira como identificar os sintomas de cada tipo de sinusite.

Como tratar: costuma ser orientado pelo médico o uso de anti-histamínicos, anti-inflamatórios, descongestionantes e lavagem nasal com solução salina, estando indicado o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção por bactérias. 



4. Pneumonia

A pneumonia acontece quando a inflamação e infecção das vias respiratórias atingem os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios, e, se a infecção for grave, pode causar também falta de ar, dificuldade para respirar e respiração ofegante.

Como tratar: o tratamento depende da causa, na maioria das vezes feito com antibióticos e analgésicos em casa, com orientação médica. Em casos mais graves, em que há sinais de alerta, como oxigenação do sangue prejudicada, confusão mental ou insuficiência dos rins, por exemplo, pode ser necessária internação para realização de remédios na veia ou uso de oxigênio.

5. Otite

É a infecção que costuma acontecer por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido. Esta infecção pode causar dor no local, febre e produção de secreção, e é mais comum em crianças.

Como tratar: geralmente, o médico orienta o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Ibuprofeno, sendo feito o uso de antibióticos apenas quando há suspeita de infecção bacteriana.

6. Asma

Crises de asma acontecem em pessoas predispostas, que têm doença inflamatória dos pulmões, e podem ser desencadeadas por fatores alérgicos, como frio e poeira, por exemplo. Estas crises são mais comum em crianças, apesar de também acontecerem em adultos, e causam sintomas como chiados no peito, falta de ar e tosse.

Como tratar: o tratamento é feito com orientações dos pneumologista, que pode envolver uso de broncodilatadores e corticóides, por exemplo. Entenda melhor como identificar e tratar a asma.

7. Meningite

A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos e parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, com febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo e vômitos.

É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida através do contato com gotículas de saliva do indivíduo contaminado através da tosse, espirro ou fala. Entenda o que é a meningite e como se proteger.

Como tratar: o tratamento depende do tipo de microorganismo causador, podendo ser o uso de antibióticos injetáveis, como Penicilina, analgésicos e anti-inflamatórios, orientados pelo médico. 



Como evitar as doenças comuns do inverno

Para se proteger e evitar estas doenças, recomenda-se:
Evitar locais fechados e com excesso de pessoas;
Deixar o ambiente o mais ventilado e arejado possível;
Lavar ou higienizar com álcool as mãos várias vezes ao dia, principalmente após estar em locais públicos;
Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço de papel descartável;
Comer bem e de forma saudável, com dieta rica em frutas e verduras, pois são ricos em antioxidantes e minerais que ajudam a melhorar a imunidade;
Beber cerda de 2 litros de água por dia;
Evitar ir com frequência de forma desnecessária ao pronto-socorro, pois é um ambiente com alta probabilidade de contaminação;
Evitar o contato próximo com outras pessoas, quando se estiver resfriado, principalmente idosos e recém-nascidos.

Além disso, é recomendada a vacinação anual contra a gripe, capaz de proteger contra os principais vírus causadores de gripe no período. Esta vacinação é especialmente importante para pessoas com maior risco para o desenvolvimento de quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou auto-imunes.

Fonte: tuasaúde.com

terça-feira, 18 de julho de 2017

Confira 11 dicas para cuidar da saúde dos idosos no frio


Com a chegada do inverno, atenção aos idosos deve ser redobrada, recomenda geriatra da SBGG

Devido ao frio, característico desta estação que se estende até agosto, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) esclarece alguns dos principais cuidados com a saúde de idosos. “Quando a temperatura cai, a atenção à saúde dos velhos deve ser redobrada. Eles correm um maior risco de problemas de saúde e lesões relacionadas ao clima, incluindo hipotermia, queimaduras na pele e quedas. É importante para o idoso, e aqueles que cuidam deles, tomarem certas precauções nesta época do ano”, relata o geriatra paranaense e membro da diretoria da SBGG, Rubens de Fraga.

Entre os principais riscos à saúde representados pelas baixas temperaturas estão: hipotermia – queda da temperatura corporal, imobilidade – ausência de movimentação, infecções – como gripe e pneumonias e dores crônicas – aumento das dores crônicas como artrites e artroses.

A hipotermia ocorre quando a temperatura corporal cai a menos de 36,8 graus. Abaixo de 29 graus causam risco eminente de morte. Seus sintomas mais comuns são fraqueza, fadiga e diminuição do tremor do frio. Em fases mais avançadas o idoso pode apresentar fala enrolada, perda de consciência e choque.

Em caso de hipotermia, os primeiros-socorros devem consistir em tirar o idoso do frio e retirar suas roupas úmidas ou molhadas. Envolver a vítima em mantas e agasalhos para aquecê-la enquanto chama a emergência, se a vítima estiver consciente, dê-lhe bebidas quentes como chás (não alcoólicas). Converse com a vítima mantendo-a sempre acordada e em caso de parada respiratória, realize manobras de ressuscitação cardiorrespiratória.

Confira 11 dicas da SBGG para reduzir o impacto do frio na saúde de idosos:

1 - Utilizar roupas e agasalhos adequados para proteção de ambientes ao ar livre e salas frias. Como bonés, toucas, mantas e etc;

2 - Tomar bebidas quentes como chás, chocolate, bem como ingerir sopas e caldos;

3 - Banhos devem ser rápidos e em temperaturas amenas;

4 - A hidratação da pele devera ser recomendada sempre com uso de hidratantes tópicos para diminuir a sensação de pele seca;

5 - Usar cobertores que retenham calor principalmente no período do sono quando há um declínio da temperatura corporal;

6 - Tomar as vacinas contra gripe e pneumonias;

7 - Buscar ajuda médica se o idoso apresentar sintomas de confusão mental e calafrios, ou dificuldades respiratórias;

8 - Buscar realizar atividades indoor, isto é, passear em locais como shoppings centers, pois ajuda a quebrar o ciclo da imobilidade;

9 - Fazer exercícios de alongamento com orientação de professores de educação física ou fisioterapeutas;

10 - Reposição de vitamina D pela falta de exposição ao sol deve ser orientada por nutricionistas ou médico assistente. Outras fontes de obtenção do nutriente são peixes como atum, sardinha e salmão. Gema de ovos, bifes de fígado e cogumelos também são ricos em vitaminas;

11 - Em locais com lareiras é importante ter cuidado com manipulação do fogo e intoxicação pelo monóxido de carbono devido a janelas fechadas.

Fonte: sbgg.org.br

quarta-feira, 14 de junho de 2017

10 dicas para afastar as doenças de inverno



O clima seco e mudanças bruscas de temperatura colaboram para que enfermidades como gripes, resfriados, amidalite e dor de ouvido se espalhem rapidamente. Porém, para algumas pessoas, além desses vilões, é preciso enfrentar outras manifestações que se agravam durante o inverno. É o caso da asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite.

Segundo o médico pneumologista Mauro Gomes, a hipersensibilidade do organismo a algumas substâncias desencadeia reações alérgicas como, por exemplo, os intermináveis espirros e coceira na região nasal. A poeira, ácaros, fungos, pelos de animais, além da fumaça de cigarro são alguns dos agentes irritantes mais comuns.

A fim de evitar esses incômodos sintomas o especialista deixa 10 dicas que podem ajudá-lo a conviver melhor com o frio e os problemas respiratórios:

1 - Mantenha as roupas de cama limpas especialmente os cobertores que costumam ser morada de ácaros;

2 - Retire o pó da mobília e limpe o chão com pano úmido, evitando o levantamento de poeira;

3 - Aproveite os dias de ensolarados para arejar a casa. O sol e o ar evitam que vírus e bactérias se proliferem;

4 - Evite o contato com a fumaça do cigarro;

5 - Use soro fisiológico nas regiões dos olhos e narinas, ele lubrifica a mucosa e evita irritação;

6 - Evite aglomerações de pessoas em lugares fechados e pouco arejados;

7 - Lave as mãos constantemente para evitar que vírus e bactérias se alojem nessa região;

8 - Beba muito líquido, mas evite as bebidas alcoólicas. Água e sucos são importantes para controlar a circulação sanguínea, composição das células, músculos e respiração;

9 - Não use carpetes e cortinas no quarto de pessoas alérgicas, pois eles favorecem o aparecimento de ácaros;

10 - O meio mais efetivo para evitar as doenças do inverno são as vacinas. A antigripal confere imunidade por cerca de um ano e a vacina contra pneumonia pode proteger por cinco anos. No caso dos idosos, a vacina antigripal é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e distribuída gratuitamente pelo governo federal.

*Mauro Gomes, especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia; professor instrutor de ensino da disciplina de Pneumologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Dicas de Saúde com José Lúcio Alves - Saúde Sempre 7


Hoje quero agradecer a todos que participaram e colaboraram com a nossa campanha do agasalho. Arrecadamos mais de 200 peças e isso só foi possível graças a participação de vocês também. Dessa forma, transmitimos um pouco mais de calor a outras pessoas. Muito obrigado!

Através da nossa campanha do agasalho, tivemos a oportunidade, com o apoio de vocês, de ajudar o Abrigo Nossa Senhora Aparecida e a Bem Viver. Quero agradecer às duas Instituições pela forma como fomos recebidos, com muito carinho. Estão todos de parabéns. Se tiver uma oportunidade, visite também essas instituições que sempre precisam de atenção.

Além dos sintomas típicos de inverno, algumas pessoas sofrem ainda mais com o agravamento de doenças crônicas ou não, como a asma, a rinite, a pneumonia, a bronquite e a sinusite. A circulação do ar fica bastante dificultada nesta estação. Isso faz com que essas pessoas, especialmente, precisem ter alguns cuidados a mais.

Estamos em agosto e em pleno inverno, né gente?! O que favorece a proliferação de ácaros e de bactérias. Um dos motivos para desencadear condições desfavoráveis é o fato de que, no inverno, passamos a frequentar mais lugares fechados, com pouca ou nenhuma ventilação e com amontoados de pessoas, o que facilita bastante a transmissão. Se for possível evitar, evite.

Além dos cuidados com a saúde de uma forma geral, a pele necessita de bastante atenção durante o inverno. Seja pela exposição à baixa temperatura ou pelo ressecamento, este órgão tende a sofrer bastante nesta época do ano e cuidados direcionados são fundamentais. Acima de tudo, beber muita água é importante. Tanto para a proteção da pele como para a proteção do corpo em geral. 

Atitude e saúde sempre!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Diferenças em gripe e resfriado




Gripe e resfriado são doenças distintas, causadas por vírus diferentes, mas que partilham vários sintomas em comum, motivo pelo qual muitas pessoas acham que ambas são sinônimos. Não são. Apesar de serem parecidos, gripe é gripe e resfriado é resfriado.

Vejamos as semelhanças:

– Gripe e resfriado são infecções extremamente comuns.
– Gripe e resfriado são causados por vírus.
– Gripe e resfriado podem causar sintomas respiratórios altos, como coriza, tosse e espirros.
– Gripe e resfriado apresentam forma de contágio semelhante.
– Gripe e resfriado são facilmente transmissíveis de uma pessoa para outra.

Pronto, as semelhanças param por aí. A gripe é uma infecção mais forte que o resfriado, costuma durar menos tempo e apresenta maior taxa de complicações, como problemas pulmonares e cardíacos. A gripe pode ser perigosa em idosos, bebês e pessoas com imunidade baixa. O resfriado, por sua vez, raramente causa complicações.

COMO DISTINGUIR GRIPE DE RESFRIADO?

A gripe é uma infecção respiratória causada pelos vírus da família Influenza. Exitem vários subtipos de Influenza, capazes de provocar quadros de gripas mais ou menos graves. O resfriado também é uma infecção respiratória viral, mas existem dezenas de vírus diferentes que podem provocar o resfriado, como Rinovírus, Adenovírus, Parainfluenza, etc. Mais à frente vamos falar detalhadamente sobre estes vírus.

Duas das principais diferenças entre a gripe e o resfriado são a febre e o estado geral do paciente. Enquanto o resfriado não costuma provocar febre (exceto em crianças pequenas), na gripe a febre é comum e costuma ser acima de 38ºC, principalmente nas crianças. Na gripe, o paciente apresenta-se mais prostrado, com dor de cabeça e, frequentemente, com dor nos músculos e articulações. No resfriado, o paciente tem coriza, tosse e espirros, mas encontra-se mais ou menos bem disposto, apenas incomodado com estes os sintomas.

O quadro clínico das viroses que acometem o trato respiratório alto, seja gripe ou resfriado, é muito semelhante. Como essas infecções costumam ser autolimitadas e não requerem tratamento específico, na maioria dos casos, não faz sentido realizar exames caros e causar transtornos ao paciente somente para se saber exatamente qual é o vírus responsável. Na maioria das pessoas, a gripe e o resfriado se curam espontaneamente sem causar grandes problemas.

SINTOMAS DO RESFRIADO

O resfriado (chamado de constipação em Portugal) é uma infecção branda das vias aéreas. Como já explicado, pode ser causado por vários tipos de vírus, sendo o Rinovírus o mais comum. É extremamente contagioso e a transmissão é feita através de aerossóis da tosse ou espirro e pelo contato com mãos infectadas.

Os sintomas surgem de 24h a 72h após o transmissão do vírus. Costuma durar de 5 a 7 dias, porém em 25% dos casos, os sintomas persistem por até 2 semanas. A maioria das pessoas apresenta de 3 a 5 quadros de resfriado por ano.

Os sintomas mais comuns são a rinite, tosse e espirros. Pode ocorrer dor de garganta de curta duração nos primeiros dias. A tosse seca pode durar até semanas depois do fim dos sintomas. Em adultos, raramente ocorre febre.

O resfriado é contagioso durante apenas os 3 primeiros dias de sintomas.

As complicações são raras e incluem exacerbação de asma e presença de infecção bacteriana associada como sinusite (leia: SINUSITE / RINOSSINUSITE) ou otite (leia: OTITE MÉDIA | Dor de ouvido).

SINTOMAS DA GRIPE

A gripe é causada pelo vírus Influenza e apresenta um quadro clínico mais rico que o resfriado, com febre alta, dores pelo corpo, dor de cabeça, mal estar, perda do apetite, dor de garganta e tosse. Na gripe, os sintomas costumam aparecer subitamente ao contrário do resfriado, onde eles surgem gradualmente. A tosse e a febre são sintomas precoces.

O modo de transmissão é igual ao do resfriado. O tempo de doença pode ser de até 2 semanas, mas, em geral, dura de 4 a 7 dias. O tempo em que o paciente mantém-se contagioso dura de 1 a 2 dias após a resolução da febre.

A gripe também apresenta uma maior taxa de complicações, como pneumonia pelo próprio Influenza ou por bactérias oportunistas (leia: SINTOMAS DA PNEUMONIA), que se aproveitam do estado debilitado do paciente para atacar seus pulmões.

Tanto a gripe comum, quanto a gripe A (H1N1) apresentam quadro clínico e taxas de complicação semelhantes, sendo impossível a sua distinção sem exames laboratoriais (leia: GRIPE SUÍNA).

Além da vacina contra a gripe, já existem remédios específicos contra o influenza, que quando indicados, devem ser administrados nas primeiras 48 horas doença. O mais conhecido é o Tamiflu®. O tratamento específico é indicado em crianças, idosos e pessoas com comprometimento do sistema imunológico. O Tamiflu® não cura imediatamente a gripe, mas reduz bastante seu tempo de duração e ajuda a prevenir as complicações.

Apesar da imagem de doença branda, a gripe é responsável por milhares de morte todos os anos, em todos os países. As pessoas do grupo de risco descrito acima são as mais propensas a apresentar complicações. Realmente, trata-se de uma doença com uma taxa de mortalidade muito baixa, ao redor de 0,3%, mas por ser altamente contagiosa (infecta mais de 1 bilhão de pessoas a cada ano) acaba causando muitas mortes, mesmo que percentualmente esses números sejam baixos.

É importante lembrar que a imensa maioria das pessoas terão vários episódios de gripe durante a vida sem nunca desenvolver complicações. O tratamento com antivirais só deve ser feito após avaliação médica, pois 99% das gripes não apresentam indicação de serem tratadas com Tamiflu®.

SINAIS DE GRAVIDADE DA GRIPE

Os sinais de gravidade da gripe são:

– Dificuldade respiratória.
– Dor torácica para respirar.
– Pressão baixa.
– Alterações da consciência.
– Desorientação.
– Vômitos persistentes.

PREVENÇÃO DA GRIPE E DO RESFRIADO

A gripe e o resfriado são viroses altamente contagiosas. Quando se mora na mesma casa de alguém infectado, é quase impossível não entrar em contato com o vírus. Algumas dicas de como reduzir o risco de transmissão:

– Evitar contato próximo com pessoas contaminas (pelo menos 2 metros).
– Evitar contato direto das mãos com olhos e boca sem antes as terem lavado.
– Lavar as mãos com água e sabão (ou solução alcoólica apropriada) frequentemente (leia: A IMPORTÂNCIA DE LAVAR AS MÃOS).
– Evitar ficar em ambientes com pouca circulação de ar e com muitas pessoas.
– Idosos devem ser vacinados anualmente

Fonte: mdsaude.com

terça-feira, 21 de junho de 2016

Inverno X Idosos: veja as dicas para os mais velhos passarem pelo inverno com mais saúde

Os mais velhos devem se manter aquecidos, exercitar sempre que possível e dar um tempo antes de se levantar da cama.

Idosos correm maior risco de problemas de saúde e lesões relacionadas ao clima. 
Imagem: Thinkstock

Idosos sofrem demais com as baixas temperaturas, mas algumas ações podem reduzir o impacto do frio na saúde deles. Con­fira as dicas da Socie­dade Brasi­leira de Geriatria e Geron­tologia, de Clóvis Ce­­chinel, geriatra do Labora­­tório Frisch­mann Aisen­gart e de Carlos Costa, presidente da Sociedade Bra­sileira de Ortopedia e Trau­matologia – Regional Paraná:

Bem protegidos: use roupas que protejam em ambientes ao ar livre e salas frias, pois o organismo do idoso reduz a capacidade de regular a própria temperatura. Use cobertores para dormir e tome bebidas quentes.

Pele blindada:
use hidratantes tópicos contra a pele seca, pois a pele do idoso perde emolientes naturais de hidratação, reduzindo a oleosidade. Tome banhos rápi­dos em temperaturas ame­nas e hidrate a pele depois. Também evite lãs, preferindo os tecidos antialérgicos.

Vacinas em dia: tome as vacinas contra gripe e pneumonias. Evite o contato com aglomerações e ambientes poluídos, não fume, lave bem as mãos e conserve a casa arejada. Tenha boa alimentação, hidrate-se e, para hipertensos, meça a pressão arterial com frequência.

Vitamine-se: reponha a vitamina D tomando sol antes das 10h e depois das 16h. Alimente-se com leite e seus derivados, óleo de fígado de bacalhau, salmão, sardinha e gema de ovo.

Mexer é melhor: faça atividades indoor como passear em shoppings, para quebrar o ciclo da imobilidade. Faça alon­ga­mentos orientados. Dores reumáticas, como a artrose e as neuropáticas também tendem a piorar, e exercícios físicos regulares, aliados ao tratamento médico, são recomendados.

Quedas durante a noite: quedas de idosos aumentam em até 50% nos dias mais frios. Boa parte delas ocorre à noite, quando se levantam para ir ao banheiro e acabam vítimas de piso escorregadio, tapete solto, iluminação ruim e cama com altura inadequada. Antes de levantar, fique um tempo sentado para que o sangue circule pelo cérebro e evite tonturas.

Outras dicas: busque ajuda médica em caso de confusão mental, calafrio ou dificuldade respiratória. Em locais com lareiras, cuide com o fogo e evite se intoxicar por monóxido de carbono deixando as janelas abertas.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Dicas de Saúde com José Lúcio Alves - Saúde Sempre 5

O Farmacêutico José Lúcio Alves, da Entrefarma Farmaluz, apresenta, diariamente, na Rádio Alvorada, dicas de saúde.
O outono está aí e com ele também o friozinho, o que exige alguns cuidados especiais: mantenha as roupas de cama limpas, especialmente os cobertores que costumam ser morada de ácaros. Tire tudo do guarda-roupas e dê uma lavada caprichada, dessa forma, quando precisar, já estará tudo limpinho. Além dos caldos, tradicionais nessa época, não se esqueça de beber muito líquido. Água e sucos são importantes para, dentre outras coisas, controlar a circulação sanguínea, composição das células, músculos e respiração.

Retire o pó da mobília e limpe o chão com pano úmido, evitando o levantamento de poeira que faz tanto mal, principalmente para quem é alérgico. Não use carpetes e cortinas no quarto, pois, por mais limpos que estejam, eles favorecem o aparecimento de ácaros. Além disso, troque com frequência as fronhas e até os travesseiros. Use soro fisiológico nas regiões dos olhos e narinas, principalmente em dias secos, ele lubrifica a mucosa e evita irritação.

Aproveite os dias ensolarados de outono/inverno para arejar a casa. O sol e o ar evitam que vírus e bactérias se proliferem. Todo cuidado é pouco né gente, e, as vezes, pequenas atitudes evitam males maiores. Quem tem problema de alergia deve evitar ao máximo o contato com a fumaça do cigarro. Se algum amigo, ou alguém da família acender um cigarro, não se acanhe em afastar-se, quem vai passar mal depois será você.

O meio mais efetivo para evitar as doenças do inverno são as vacinas. A antigripal confere imunidade por cerca de um ano e a vacina contra pneumonia pode proteger por cinco anos. No caso dos idosos, a vacina antigripal é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e distribuída gratuitamente pelo governo federal. Atitude e saúde sempre!

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Desvendando os mistérios da estação mais seca e fria do ano.

Frio engorda? O desejo sexual diminui no inverno? Veja os prós e os contras da estação para a sua saúde e beleza. Saiba mais.

Nos dias frios é normal sentir mais fome.
Fonte: http://gnt.globo.com/bem-estar

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Algumas medidas importantes para enfrentar o clima seco do inverno.

Baixa umidade do ar favorece crises de problemas respiratórios.


Para além dos problemas respiratórios, o tempo seco pode causar dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz, garganta e pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação na faringe. Por isso, alguns cuidados são fundamentais para atravessar o clima seco com a saúde em plena forma. Basta seguir alguns cuidados simples que deixam o corpo livre dessas reações incômodas. Veja aqui o que você pode fazer.

Beber bastante líquido durante o inverno é fundamental para uma boa hidratação.